RÁDIO DE LOUVOR

--------------------BEM-VINDO----
--------------------------------------------------------------------------------------------------Fidelidade acima de tudo 23 de outubro Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. Mateus 25:23 Tiago cresceu em um lar evangélico e obteve mais conhecimento das ver­dades bíblicas por intermédio de um colportor, que lhe vendeu o livro Terceiro Milênio. No entanto, o que mais lhe chamou a atenção foi o plano financeiro de Deus para a manutenção de Sua igreja. Aprendeu que, por meio dos dízimos, os obreiros são mantidos nos cam­pos missionários e que as ofertas são utilizadas para a construção de igrejas e colégios, ajuda aos pobres e pregação do evangelho. Analisando o novo aprendizado, Tiago percebeu que estava em falta com Deus. Descobriu que as ofertas deviam ser entregues de forma siste­mática e percentual, como os dízimos. Depois de muito estudo e oração, decidiu, com sua esposa, ofertar 10% do salário de cada um, como forma de adoração. Posteriormente, Tiago sentiu o chamado de Deus para ser pastor. Ele e sua esposa passaram a depender da venda de livros na colportagem para pagar a faculdade. No início, temeram por não conseguir concretizar o com­promisso que haviam feito com Deus. Mesmo assim, nunca deixaram de entregar o pacto de 10% de tudo o que ganhavam, e nada lhes faltou. Ao contrário, quando terminaram os estudos, o capital era dez vezes maior do que quando haviam entrado no curso superior. Quando Tiago começou o trabalho pastoral, tiveram que se adaptar a viver com pouco, uma vez que dependeriam apenas do salário pago pela instituição, e sua esposa - recém-formada - ainda não tinha um emprego. Novamente, foram tentados a não devolver o pacto de ofertas. No entanto, com muita persistência, oraram e decidiram ser fiéis a Deus. Um ano se passou, e com o orçamento ainda apertado, apareceu a von­tade de usar todo o dinheiro do 13o salário para as férias de fim de ano. En­tretanto, para que não cedessem à tentação, devolveram, com antecedência, tudo o que pertencia ao Senhor. Nos dias que se seguiram, a esposa de Tiago assinou contrato de traba­lho com empresas, em horários diferentes. A junção dos salários aumentou consideravelmente a renda da família.----------------------
Recados Online

quarta-feira, 27 de maio de 2015

EVENTOS FINAIS


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segunda-feira, 25 de maio de 2015

HINARIO ADVENTISTA


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sexta-feira, 22 de maio de 2015

PREPARAÇÃO PARA A CRISE FINAL


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PREPARAÇÃO PARA A CRISE FINAL


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PREPARAÇÃO PARA A CRISE FINAL


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PREPARAÇÃO PARA A CRISE FINAL


domingo, 17 de maio de 2015

ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


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ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


ARENA DO FUTURO


sábado, 16 de maio de 2015

Meditação Do Por Do Sol


Meditação Do Por Do Sol


QUERO TER PALAVRAS ALEGRES RISOS PARA FAZER SEU CORAÇÃO SORRIR JUNTO COM O MEU


QUERO TER PALAVRAS ALEGRES RISOS PARA FAZER SEU CORAÇÃO SORRIR JUNTO COM O MEU


QUERO TER PALAVRAS ALEGRES RISOS PARA FAZER SEU CORAÇÃO SORRIR JUNTO COM O MEU


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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Vida, Morte e Ressurreição de Cristo


Vida, Morte e Ressurreição de Cristo


Vida, Morte e Ressurreição de Cristo


Vida, Morte e Ressurreição de Cristo


Vida, Morte e Ressurreição de Cristo


Vida, Morte e Ressurreição de Cristo


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Vida, Morte e Ressurreição de Cristo


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Vida, Morte e Ressurreição de Cristo


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terça-feira, 12 de maio de 2015

PASTOR LUIS GONÇALVES


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OS LINDOS SONHOS DE DEUS


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segunda-feira, 11 de maio de 2015

HINARIO ADVENTISTA


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sábado, 9 de maio de 2015

Defesa da fé
13 de março

Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Apocalipse 2:10
Patrícia decidiu cursar Fisioterapia. Foram anos de muita felicidade para ela, porque finalmente estava buscando a carreira com a qual tanto so­nhara. No entanto, algumas matérias eram ministradas aos sábados. Patrí­cia foi firme e não assistiu às aulas. Porém, quando os exames finais foram marcados para sexta-feira à noite, ela se viu obrigada a conversar com os professores, que a encaminharam à diretoria da faculdade. A diretora disse que entendia a situação e os motivos religiosos, mas não podia fazer nada para ajudá-la e prometeu que conversaria com o reitor.
Ele indagou a respeito das notas da aluna e se inteirou de que eram as melhores da turma e assim não teve outra saída senão lhe conceder a oportunidade de prestar a prova em outro dia e horário. Além disso, ele se lembrou de outra aluna adventista que havia estudado nos anos anteriores e a quem havia concedido esse direito, devido à sua conduta exemplar.
Patrícia avançou no curso e, quando estava na reta final, teve a má notícia de que o exame e a apresentação do trabalho de conclusão de curso cairiam no sábado à tarde. Novamente ela colocou o assunto nas mãos de Deus. O exame es­crito foi remarcado para outro dia, mas, para a apresentação, isso seria impossível.
Patrícia conversou com os dirigentes da universidade pedindo que, pelo menos, sua apresentação fosse colocada por último na lista, pensando, as­sim, realizá-la depois do pôr do sol. Confiante nesse pedido, ela permane­ceu tranquila. Chegou o dia determinado. Patrícia foi à igreja na parte da manhã e, à tarde, procurou esquecer toda a situação. Um pouco antes do pôr do sol, uma colega telefonou dizendo que as apresentações haviam sido rápidas e que ela deveria se apresentar antes do pôr do sol. Patrícia saiu de casa com a firme decisão de ser fiel ao Senhor. Quando chegou sua vez, foi chamada diante da mesa examinadora, mas ela se deu conta de que o sábado ainda não havia terminado. Assim, quando lhe foi feita a primeira pergunta, Patrícia disse que não iria responder a nenhuma questão e acres­centou que desde pequena havia sido fiel aos princípios bíblicos e que agora não abriria mão deles. Ela pediu a compreensão da bancada e disse que defenderia seu trabalho de graduação apenas depois do pôr do sol.
A mesa examinadora ficou confusa diante da firmeza da estudante. Al­guns minutos depois, findo o sábado, Patrícia foi chamada. Defendeu seu trabalho de conclusão de curso e foi aprovada com a melhor nota da turma.
Providência divina
25 de dezembro

Porque o Senhor defenderá a causa deles. Provérbios, 22:23
Desde que saiu do Ensino Médio, Sandra sempre teve o sonho de cursar a faculdade de História. Porém, por motivos financeiros, acabou deixan­do o tempo passar. Depois de casada, ela e o marido resolveram mudar de cidade. Para sua surpresa, quando chegou ao local onde moraria, avistou o campus da Universidade de Goiás. Como a faculdade era mantida pelo go­verno, ela não precisaria pagar nada. Seus esforços deveriam se concentrar nos estudos, para passar no vestibular.
Sandra estudou e se preparou arduamente para a prova, que foi marcada para o dia de sábado. Ela e outros colegas adventistas recorreram à coorde­nação e conseguiram ficar em uma sala esperando o pôr do sol para só então começar a resolver as questões.
Aprovada, Sandra sabia que novos desafios viriam, uma vez que o diretor não oferecia alternativas para que os adventistas compensassem as faltas das sextas-feiras à noite. O que a ajudou foi acreditar que Deus estava no controle.
As aulas começaram e, uma vez por semana, Sandra comparecia à direção para justificar sua ausência na sexta-feira. Em pouco tempo, foi in­formada de que não poderia mais faltar às aulas. Suas únicas opções eram: frequentar a faculdade na sexta-feira à noite ou esperar seis anos, além do previsto, para conseguir se formar.
Com muita tristeza, Sandra foi para casa e entregou a situação nas mãos de Deus. Resolveu, por uma última tentativa, conversar novamente com o diretor. No entanto, ele argumentou que conhecia pessoas que diziam guardar o sábado e compareciam às sextas-feiras. "Por que você não pode vir?", ele perguntou. Sandra respondeu que não tinha o direito de interferir na vida dos outros, mas que desejava seguir a Bíblia corretamente. Seu discurso foi em vão.
Durante aquela semana, Sandra e seu esposo se colocaram em oração e, antes da sexta-feira, o curso de História recebeu um novo coordenador, que estava disposto a ajudá-la.
Logo, Sandra passou a assistir às aulas de sexta-feira à noite no período da tarde, e conseguiu se formar. Hoje, possui licenciatura plena em História e pós-graduação em História da Cultura Afro.
Fidelidade em vez de estabilidade
18 de dezembro

Não serão envergonhados nos dias do mal e nos dias da fome se fartarão. Salmo 37:19
O irmão Gerardo é membro da Igreja Adventista, no povoado da Curva, Província de Mollendo, Arequipa. Atualmente, ele é diretor de Mor­domia e sua espqsa, diretora do Ministério Pessoal. Ele compartilha sua experiência de trabalhar com um engenheiro que não cria em Deus.
A primeira semana de trabalho foi decisiva. Depois de apresentar seu caso a Deus, em oração, dirigiu-se serenamente ao escritório para solicitar o sábado livre. O engenheiro ouviu atentamente sua petição e consentiu dar-lhe o dia de descanso solicitado, com a condição de que seu salário diminuiria pelas horas não trabalhadas. O irmão Gerardo não fez objeção a essa proposta, pois cria firmemente que Deus proveria o que precisasse. Depois de o engenheiro lhe fazer algumas perguntas sobre os fdhos e seus estudos, ele prometeu que se ele trouxesse algum documento da universi­dade, certificando que os filhos estudavam ali, ele aumentaria seu salário.
Gerardo teve uma grande surpresa nos meses seguintes. Ele estava re­cebendo 30% a mais de salário, em relação aos colegas. Assim, ele teve mais tranquilidade para pagar as mensalidades na Universidade Peruana Union, onde os filhos estudavam. Porém, vieram dias de prova, pois, na primeira semana de novembro, a demanda de obras cresceu e foi necessário que todos trabalhassem horas extras, sem descanso. Dessa vez, o mestre de obras da empresa, que zombava dele devido ao sábado, comunicou-lhe que seria despedido por faltar no dia em que era mais necessário no trabalho: o sábado. Ele foi despedido e ficou sem trabalho e sem estabilidade.
Em meio a essa crise, Gerardo deixou tudo nas mãos de Deus. Apesar de estar desempregado, Deus não deixou de abençoá-lo. O Senhor permi­tiu que ele conseguisse pequenos trabalhos, que bastavam para o sustento da família. Além disso, a filha mais velha, Nohemí, havia se formado em Engenharia Civil no ano anterior, na primeira formatura da universidade, com sede em Chulunquiani. Ela se formou como uma das melhores alunas da faculdade. Depois da formatura, Deus a abençoou com um trabalho no Conselho Municipal do Valle, recebendo um bom salário.
Vale a pena servir ao Senhor
11 de dezembro

Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar. Tiago 1:25
Edson era católico e se casou com uma mulher que o amava muito. Após cinco anos de casamento, ela renovou um antigo interesse pela Igreja Adventista, que já conhecia. Resolveu frequentar os cultos e passou a orar por seu esposo. Na época, residiam em São Paulo. Depois de muitos con­vites, Edson aceitou visitar a Igreja Adventista do Unasp-SP. O sermão o incomodou muito, ficou pensativo, mas só voltou àquela igreja no dia do batismo de sua esposa, por consideração a ela.
Algum tempo depois, quando já haviam se mudado para o Estado de Minas Gerais, com muita insistência de sua mulher, Edson aceitou ir a um Encontro de Casais com Cristo. Ficou impressionado com as palestras e mensagens que ouviu ali e mudou sua concepção sobre a igreja. Saiu do encontro com o relacionamento renovado tanto com a esposa quanto com Deus. Em seguida, foi convidado pelos membros da igreja a participar do retiro de Carnaval e, desde essa época, não deixou de frequentar a igreja aos domingos e quartas-feiras, pois ainda trabalhava aos sábados.
Começou a receber estudos bíblicos para conhecer mais sobre os ensi­namentos de Jesus e, durante todo o ano, teve que tomar várias decisões para seguir a Cristo. Por ser comerciante e dono de muitos negócios, sua esposa acreditava que seria ainda mais difícil a conversão de Edson. Con­tudo, ela orava sem cessar.
Um mês antes do batismo, ele vendeu alguns de seus negócios e rever­teu o dinheiro para outros imóveis, que passaram a ser sua renda fixa. Desse modo, não precisava mais trabalhar aos sábados e não sofreu prejuízos por isso. Passou a dizimar e devolver uma quantia de ofertas que achava ser su­ficiente. Posteriormente, entendeu que poderia ser ainda mais grato a Deus por suas bênçãos e fez um pacto de devolver 10% de suas rendas, além do dízimo.
Hoje, Edson agradece a Deus a maneira pela qual Ele tem guiado sua vida. "O Senhor nos tem dado riquíssimas bênçãos, sobretudo, bênçãos es­pirituais", comenta. Desde seu batismo, mais 17 pessoas de sua família se tornaram adventistas por meio de seu exemplo e de sua esposa.
Confiança em Deus
4 de dezembro

Esta é a confiança que temos para com Ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. 1 João 5:14
Em 2006, logo após o meu batismo e o de minha esposa, decidimos iniciar um trabalho autónomo, sem muito êxito. Diante dessas circunstâncias, decidimos, como família, que eu viajaria para os Estados Unidos a fim de buscar oportunidades de trabalho. Recebi um visto por seis meses. Agrade­ci muito a Deus essa bênção, pois os Estados Unidos estavam concedendo vistos por um período bem menor, devido aos atentados às torres gêmeas, em 11 de setembro de 2001.
Ao chegar aos EUA, procurei um local para morar durante esses seis meses e imediatamente passei a buscar trabalho. Foi exatamente nessas circunstâncias que pude conhecer mais o Deus Criador e Mantenedor a quem adoramos a cada sábado. Procurei trabalho por várias semanas, em diferentes lugares, mas nenhum me dava o sábado livre. Eu estava muito triste e preocupado com a situação. Em mais de uma ocasião, disseram-me que, se eu quisesse trabalhar, não deveria impor nenhuma condição. Essa foi a grande prova. Havia oportunidades de trabalho, mas não com possi­bilidades de guardar o sábado. Ao mesmo tempo, minha esposa, com um grupo de irmãos, orava por mim, para que Deus me permitisse conseguir um trabalho digno de Seu louvor.
Certo dia, conversando com minha esposa, ela me recomendou que eu confiasse em Deus, não mencionando nenhuma condição durante a en­trevista, e deixasse Deus atuar; e assim foi. Tudo ocorreu em uma quinta-feira. Fui chamado a me apresentar imediatamente ao trabalho. Grande foi minha surpresa quando me perguntaram se eu tinha interesse em iniciar no dia seguinte, sexta-feira. Eu aceitei. No dia seguinte, levantei-me cedo e busquei ao Senhor em oração e no estudo de Sua Palavra, entregando-me em Suas mãos e confiando em Suas promessas.
Na entrevista com meu supervisor, depois de nos cumprimentarmos cordialmente, ele me informou qual seria meu horário de trabalho: de se­gunda a sexta-feira até as 16 horas e, no domingo, até o meio-dia, pois não havia ninguém para cobrir os domingos. Fiquei impressionado com a forma pela qual Deus age. Coube-me apenas agradecer a Deus e renovar minha confiança em cada uma de Suas promessas registradas em Sua Palavra.
Não tema
27 de novembro

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos Céus.Mateus 5:16 (ARC)
Suzilene decidiu ingressar na faculdade de Pedagogia em São Paulo. No entanto, justamente no ano em que fez sua matrícula, o curso passou do período diurno para o noturno, o que acarretou problemas com a sexta-feira à noite. Cinco de suas colegas de classe também eram adventistas. Três delas optaram por transferir o curso para outra instituição, mas Suzilene preferiu continuar, pois a faculdade era próxima à sua casa.
A estudante tentou negociar as aulas de sexta com a coordenação do curso, sem obter sucesso. Posteriormente, abriram um processo interno, mas a resposta continuou negativa.
No segundo semestre, as complicações aumentaram para Suzilene e suas duas colegas. Mesmo obtendo notas altas, Suzy foi reprovada em al­gumas disciplinas, por causa das faltas. Teve que refazê-las e pagar nova­mente.
Alguns dos professores questionaram as três alunas por serem cristãs. "Temos que admitir que vocês três são ótimas alunas; o único defeito é se­rem adventistas", diziam eles. Certa vez, um mestre em Filosofia perguntou na sala quem seguia a "pastora" Ellen White, afirmando que seus escritos eram um plágio. Suzy argumentou sobre a autenticidade dos livros e acabou ganhado respeito da turma.
Com o passar do tempo, suas colegas adventistas também resolveram transferir o curso. Contudo, Suzy continuou firme, pois acreditava que Deus não a abandonaria e tinha um propósito para tudo o que estava acon­tecendo.
Durante todo o curso, ela ouviu frases de desânimo dos colegas e profes­sores. No último semestre, o professor que mais a importunava a aconselhou a conversar, mais uma vez, com a coordenadora do curso, pois suas aulas no semestre seguinte continuariam na sexta-feira. Devido ao testemunho deixado por Suzy, a coordenadora transferiu as aulas para as quartas-feiras.
Suzy distribuiu vinte exemplares do livro A Grande Esperança entre os colegas de classe, os quais reconheceram sua fidelidade ao Deus vivo.
Ao fim do curso, duas moças aceitaram a Jesus e foram batizadas. "Sei que Deus me usou de alguma forma para alcançá-las", relata Suzi.
A família de Deus
20 de novembro

Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no Céu como sobre a Terra. Efésios 3:14, 15
Pertencer à família de Deus é uma das maiores bênçãos que podemos ter. Nossa igreja, por ser uma igreja mundial, conta com a diversidade de culturas, idiomas e.raças; mas essas "diferenças", em vez de separar a igreja, a tem enriquecido e nos tem levado a compreender muito melhor o que é pertencer a essa grande família.
Paulo orava para que a igreja chegasse ao conhecimento da fé e que não esmorecesse, apesar das tribulações que viesse a enfrentar. Visto que o evangelho estava alcançando os gentios, era necessário que eles compreen­dessem que fazer parte da igreja também implicava ser parte da família de Deus e saber que Ele os fortaleceria por meio de Seu Santo Espírito.
Embora seja verdade que todos fazemos parte de uma família, neste mundo há pessoas que sentem que não se encaixam em lugar nenhum, que não pertencem a nada. Muitos se sentem rejeitados pelo grupo no qual se desenvolvem, a ponto de se isolarem e se afastarem do mundo. É verdade que todos, na fase da adolescência, buscamos a aceitação do grupo e alguns chegam a realizar atos "super-humanos". Em algumas turmas ou grupos, essa cerimónia constitui o único ticket de entrada em sua família, ainda que tenham de transgredir algumas leis para tal.
Embora o ser humano lute para encontrar espaço e reconhecimento nes­te mundo, quer pela fama ou pelo dinheiro, vários que o conquistaram não conseguiram lidar com isso ou compreender por que o mundo os esqueceu. Entretanto, há algo que podemos compreender, ao fazer parte da grande família de Deus: é o comprimento, a largura, a profundidade e a altura do amor divino, em Cristo, que inunda nossa vida. E, assim, somos levados a ter o sentimento de pertencer, de aumentar nossa autoestima, visto que se­remos cheios de toda a plenitude de Deus. Sentiremos que fazemos parte de uma família, ainda que nunca tenhamos feito parte de uma. Desfrutaremos o amor, porque Aquele que o aceita quer que você faça parte da família dEle.
Agora, ao pôr do sol, agradeça a Deus o fato de você fazer parte dessa grande família. Peça a Deus a capacidade de compreender a grandeza de Seu amor que não o rejeita e que o convida a fazer parte de Sua igreja. Abra seus braços para incluir a todos na família de Deus.
Um fiel fora de Israel
13 de novembro

A esse lugar fareis chegar os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta das vossas mãos. Deuteronômio 12:6
Maurício mora no interior do Maranhão, com a esposa e sete filhos. Ele é conhecido pelo fato de ser dedicado ao trabalho. Para sustentar a família, corta madeira, conserta motosserras e é caçador. Ele foi criado em um lar religioso e ensinou aos filhos tudo o que sabia sobre a Bíblia.
Certa vez, uma de suas filhas começou a estudar a Bíblia com um primo, que era adventista do sétimo dia. Ela tomou a decisão de ser batizada e, por meio de seu exemplo, passou a dar testemunho dentro de casa. Parte da família também se interessou pelas novas verdades bíblicas. Posteriormen­te, quatro de seus irmãos e sua mãe aceitaram o batismo.
Com a entrada da mensagem adventista em sua casa, Maurício conhe­ceu mais sobre a Palavra de Deus. Quando descobriu que o dia de guarda é o sábado, parou imediatamente com suas atividades do pôr do sol de sexta-feira ao pôr do sol de sábado, tornando-se um observador do quarto mandamento.
Em virtude de sua esposa comentar, com frequência, sobre a devolução dos dízimos, ele resolveu procurar o tema em sua Bíblia. Convencido de que 10% de toda a sua renda pertence a Deus, começou a devolver o dízimo de tudo o que ganhava.
Na venda de um de seus terrenos, enviou, pela esposa, para a igreja, um envelope com o dízimo referente a toda quantia adquirida. Maurício ainda não tomou a decisão pelo batismo, mas continua observando fielmente o sábado e devolvendo o dízimo.
Sua família tem orado para que o coração dele seja tocado e ele com­preenda todas as verdades bíblicas, para que, juntos, possam se preparar para a volta de Jesus.
Diz Ellen G. White: "A mente, o coração, a vontade, e as afeições per­tencem a Deus; do Senhor é o dinheiro que manuseamos. Todo bem que recebemos e gozamos resulta da benevolência divina" (Conselhos Sobre Mordomia, p. 72).
Proteção total
6 de novembro

Porque a Mim se apegou com amor, Eu o livrarei. Salmo 91:14.
Meu nome é Inocência Perales e moro na comunidade pecuarista de San Borja, na Bolívia. Sou proprietária de uma farmácia chamada Bereshit. Pessoas invejosas tentaram fechá-la quando funcionava em Yucumo, devido à minha fé e tudo o que ela implica.
Eu não abria a farmácia aos sábados, porque ia à igreja e obedecia ao quarto mandamento da lei de Deus. Então, teve início uma série de comen­tários negativos pelo fato de a farmácia ficar fechada aos sábados. Certo dia, eles a incendiaram comigo dentro. Deixei esse lugar e perdi todos os meus medicamentos e minha roupa. Contudo, não me senti só, porque Deus es­tava ao meu lado.
Comecei tudo de novo em San Borja. As pessoas que incendiaram a farmácia em Yucumo estão enfrentando a justiça, e Deus está agindo a Seu tempo. O povo me pede para voltar.
Algumas pessoas me incomodam devido à minha fé e, como a farmácia sempre está cheia, fazem complô contra mim. Certa noite, tentaram me matar. Em outra ocasião, quiseram me prender, mas Deus tem me prote­gido de muitas formas. Tenho experimentado Sua presença e companhia a cada dia.
"O sábado é um sinal do relacionamento entre Deus e o seu povo, sinal de que este honra a lei de Deus. E o que distingue entre os fiéis súditos de Deus e os trangressores" (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 349, 350).
Nunca deixarei meu Senhor e serei fiel até a morte, pois sei que Ele me dará a recompensa da vida eterna.
"Não temas as coisas que tens de sofre. [...] Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida" (Apocalipse 2:10).
O milagre da geladeira
30 de outubro

Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força. Salmo 8:2
Diego era membro da Igreja Adventista e gostava de colaborar com a obra de Deus, Foi chamado para um evento de treinamento no Instituto Ad­ventista Paranaense (IAP), sem saber do que se tratava. Surpreendido com o apelo para ser financeiramente responsável diante de Deus, tomou a de­cisão de ser fiel.
Com sua família, passou a servir a Deus como obreiro bíblico da igreja. Certa vez, depois de retornarem de uma viagem, sentiram um cheiro muito forte espalhado pela casa. Procuraram por toda parte, mas não encontraram o lugar de onde vinha o mau cheiro.
Eles passaram o dia seguinte fora de casa novamente e, quando retor­naram, o mau cheiro estava ainda mais forte. Diego só foi perceber do que se tratava quando abriu a geladeira. O eletrodoméstico estava ligado na to­mada e sua lâmpada interna funcionava normalmente, contudo, não refri­gerava os alimentos.
Por um momento, Diego e a esposa ficaram aflitos. Não tinham dinhei­ro para consertar a geladeira e, muito menos, para comprar uma nova. No mesmo instante, Diego recebeu uma ligação de seu pai e, ao relatar o ocor­rido, ele o encorajou: "Filho, você está aí porque entregou sua vida nas mãos de Deus. Entregue esse problema nas mãos dEle também, que Ele dará um jeito."
Mais calmos, Diego, a esposa e a filhinha sentaram-se ao lado da ge­ladeira e começaram a orar. Quando terminaram de falar com Deus, sua esposa saiu, mas Diego continuou ali, com a mão apoiada na geladeira, pensando no que poderia fazer.
Sua filha, de apenas dois anos, aproximou-se e perguntou o que o pai estava fazendo. Ele disse: "Estou falando com o Papai do Céu, filha!". Sem hesitar, a menina falou: "Papai do Céu, escuta o meu papai."
Nos minutos seguintes, Diego ouviu um pequeno estalo vindo da gela­deira. Para sua surpresa e para a glória de Deus, ela voltou a funcionar no mesmo instante. "Hoje, faz mais de um ano que a geladeira funciona nor­malmente. Em nenhum momento tive que levá-la ao conserto. O poder de Deus é grande e, naquele dia, pude ver que, na simplicidade de uma crian­ça, está o verdadeiro significado do amor e da fé em Deus", Diego afirmou.
Fidelidade acima de tudo
23 de outubro

Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. Mateus 25:23
Tiago cresceu em um lar evangélico e obteve mais conhecimento das ver­dades bíblicas por intermédio de um colportor, que lhe vendeu o livroTerceiro Milênio. No entanto, o que mais lhe chamou a atenção foi o plano financeiro de Deus para a manutenção de Sua igreja.
Aprendeu que, por meio dos dízimos, os obreiros são mantidos nos cam­pos missionários e que as ofertas são utilizadas para a construção de igrejas e colégios, ajuda aos pobres e pregação do evangelho.
Analisando o novo aprendizado, Tiago percebeu que estava em falta com Deus. Descobriu que as ofertas deviam ser entregues de forma siste­mática e percentual, como os dízimos. Depois de muito estudo e oração, decidiu, com sua esposa, ofertar 10% do salário de cada um, como forma de adoração.
Posteriormente, Tiago sentiu o chamado de Deus para ser pastor. Ele e sua esposa passaram a depender da venda de livros na colportagem para pagar a faculdade. No início, temeram por não conseguir concretizar o com­promisso que haviam feito com Deus. Mesmo assim, nunca deixaram de entregar o pacto de 10% de tudo o que ganhavam, e nada lhes faltou. Ao contrário, quando terminaram os estudos, o capital era dez vezes maior do que quando haviam entrado no curso superior.
Quando Tiago começou o trabalho pastoral, tiveram que se adaptar a viver com pouco, uma vez que dependeriam apenas do salário pago pela instituição, e sua esposa - recém-formada - ainda não tinha um emprego. Novamente, foram tentados a não devolver o pacto de ofertas. No entanto, com muita persistência, oraram e decidiram ser fiéis a Deus.
Um ano se passou, e com o orçamento ainda apertado, apareceu a von­tade de usar todo o dinheiro do 13o salário para as férias de fim de ano. En­tretanto, para que não cedessem à tentação, devolveram, com antecedência, tudo o que pertencia ao Senhor.
Nos dias que se seguiram, a esposa de Tiago assinou contrato de traba­lho com empresas, em horários diferentes. A junção dos salários aumentou consideravelmente a renda da família.