RÁDIO DE LOUVOR

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--------------------------------------------------------------------------------------------------Fidelidade acima de tudo 23 de outubro Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. Mateus 25:23 Tiago cresceu em um lar evangélico e obteve mais conhecimento das ver­dades bíblicas por intermédio de um colportor, que lhe vendeu o livro Terceiro Milênio. No entanto, o que mais lhe chamou a atenção foi o plano financeiro de Deus para a manutenção de Sua igreja. Aprendeu que, por meio dos dízimos, os obreiros são mantidos nos cam­pos missionários e que as ofertas são utilizadas para a construção de igrejas e colégios, ajuda aos pobres e pregação do evangelho. Analisando o novo aprendizado, Tiago percebeu que estava em falta com Deus. Descobriu que as ofertas deviam ser entregues de forma siste­mática e percentual, como os dízimos. Depois de muito estudo e oração, decidiu, com sua esposa, ofertar 10% do salário de cada um, como forma de adoração. Posteriormente, Tiago sentiu o chamado de Deus para ser pastor. Ele e sua esposa passaram a depender da venda de livros na colportagem para pagar a faculdade. No início, temeram por não conseguir concretizar o com­promisso que haviam feito com Deus. Mesmo assim, nunca deixaram de entregar o pacto de 10% de tudo o que ganhavam, e nada lhes faltou. Ao contrário, quando terminaram os estudos, o capital era dez vezes maior do que quando haviam entrado no curso superior. Quando Tiago começou o trabalho pastoral, tiveram que se adaptar a viver com pouco, uma vez que dependeriam apenas do salário pago pela instituição, e sua esposa - recém-formada - ainda não tinha um emprego. Novamente, foram tentados a não devolver o pacto de ofertas. No entanto, com muita persistência, oraram e decidiram ser fiéis a Deus. Um ano se passou, e com o orçamento ainda apertado, apareceu a von­tade de usar todo o dinheiro do 13o salário para as férias de fim de ano. En­tretanto, para que não cedessem à tentação, devolveram, com antecedência, tudo o que pertencia ao Senhor. Nos dias que se seguiram, a esposa de Tiago assinou contrato de traba­lho com empresas, em horários diferentes. A junção dos salários aumentou consideravelmente a renda da família.----------------------
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domingo, 12 de abril de 2015

CONFIAR

Férias dos sonhos
9 de outubro

E o meu Deus, segundo a Sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades. Filipenses 4:19
Marcílio e Rosa se casaram em 1996. Sempre trabalharam com comércio e, por isso, dificilmente conseguiam tirar férias. Toda vez que planeja­vam visitar a família de Marcílio, em Manaus, o orçamento não permitia. Dez anos se passaram, e o casal ainda não havia conseguido tirar as tão sonhadas férias para ver a família.
Movidos pela saudade, fizeram um pacto de adoração a Deus. Conse­guindo viajar a Manaus naquele ano, em gratidão a Deus, aumentariam a oferta que estavam destinando ao terreno em que seria construída a igreja local. Com muito esforço, compraram as passagens.
Em certo sábado daquele ano, ao preparar sua oferta, enfrentaram um desafio. Caso cumprissem com o pacto que haviam feito com Deus, fica­riam sem dinheiro para as despesas da viagem. Afinal, só tinham comprado as passagens de ida. Mesmo assim, decidiram ser fiéis e entregaram a Deus a quantia que haviam prometido.
No início da viagem, o casal tinha apenas R$ 200,00 em mãos. Contu­do, eles sabiam que Deus demonstraria Seu amor nos mínimos detalhes.
Quando chegaram, a alegria foi imensa. Seus familiares ainda não co­nheciam sua esposa, nem seu filho, que já tinha sete anos.
Logo no início, Deus começou a agir. Um dos parentes de Marcílio insistiu que Rosa aceitasse R$ 200,00 como um presente, porque estava muito feliz em conhecê-la. Três dias depois, o casal foi até o banco tirar um extrato. Havia um depósito de R$ 1.500,00 em sua conta, feito pela empresa em que ela trabalhava. O valor era referente ao salário e, para a surpresa de Rosa, incluía uma boa comissão. Com a quantia que receberam, eles com­praram as passagens de volta e ainda viajaram até Porto Velho, de navio, para visitar outra irmã.
Rosa retomou suas atividades na empresa e logo no primeiro dia foi chamada à sala de Recursos Humanos. Apreensiva quanto ao dinheiro que havia recebido, ela imaginava que teria que devolvê-lo de alguma for­ma. Contudo, a notícia foi diferente. Ela foi informada de que havia mais R$ 900,00 de bônus disponíveis, para saque em sua conta.

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